Mensagem para reconciliação e unificação do cristianismo

Em novembro de 2001 Vassula foi convidada para um simpósio oficial sobre ecumenismo em uma localidade chamada Farfa, fora de Roma.

A maioria de nós está cansada desta divisão, porque isto não está de conformidade com a nossa lei de amor. Cristo está cada vez mais cansado de nos ver divididos. Os gritos e aclamações de alegria de todas estas nações que estiveram juntas, implorando por uma completa unificação entre os Cristãos, demonstraram ali que esta divisão não é somente um pecado, mas um verdadeiro crime. Então, eu vos digo que o maior de todos os crimes é manter separadas as datas da Páscoa. Como vai ser bom quando dissermos juntos, em voz alta: “Christos Anesti” (“Cristo ressuscitou!”) todos, a uma só voz, no mesmo dia. Digamos todos: “Seja feita a Tua Vontade, na terra como no Céu…”

Então, o que é que está impedindo as autoridades da Igreja de fazerem a Vontade de Deus e de declarar a sua reconciliação se os leigos e os padres do mundo todo já estão vivendo a unificação? A unificação começou ontem… nós a vimos… nós a vivemos… desfrutamos dela, e queremo-la tanto quanto o Espírito Santo a quer. Jesus Cristo nos uniu com o Seu Sangue, então, como pode alguém negar essa unificação? “Anulando a Lei dos mandamentos expressa em decretos, para fazer em si mesmo, dos dois, um só homem novo; estabelecendo a paz e reconciliando ambos com Deus num só corpo pela cruz; e matando em si mesmo a inimizade.” (Ef 2, 15-16). Como podemos dizer “não” a Deus, se Ele nos quer unidos? Pode ser porque o nosso coração tenha endurecido? Esquecemos as Palavras do Santo Padre quando ele diz:

“Os elementos que nos unem são muito maiores do que os que nos dividem”?

Então, devemos tomar estes elementos e usá-los para aplainar o caminho para uma completa unificação.

O Chamado de Deus Para Uma Profunda metanóia, Fruto da Humildade Que Nos Conduz À Reconciliação e À Unificação

Nós, o povo da Igreja, devemos considerar que estamos vivendo em constante pecado, o pecado da nossa divisão. “Todo reino dividido contra si mesmo acaba em ruína. Nenhuma cidade ou casa dividida contra si mesma poderá sustentar-se.” (Mt 12, 25). Mesmo que esta divisão não venha diretamente de nós, mas de nossos antepassados, ainda assim, estamos mantendo-a viva enquanto permanecermos divididos. Não podemos dizer que Deus é servido quando os pastores ainda estão separados. Nós não podemos nos atrever a falar sobre unificação sem passarmos por uma metanóia e colocar em prática os dois maiores mandamentos de Deus. Seria como se quiséssemos construir uma casa sem estabelecermos antes os seus fundamentos.

Os fundamentos da unificação devem ser a humildade e o amor divino e a conversão dos nossos corações.

Pois, como poderemos acreditar que poderemos alcançar a unificação se não nos arrependermos e vivermos integralmente os dois maiores mandamentos que são baseados na lei e no amor? As sementes da unificação podem ser constantemente semeadas numa terra infértil e árida e nenhum rebento florescerá naquele tipo de aridez, que representa a dureza do nosso coração. Temos que nos sentar e perguntar a nós mesmos: “será que estamos considerando a unificação segundo nossa própria mentalidade, e é por isso, talvez, que ainda estamos separados, ou nós a estamos procurando segundo o deseja o Espírito de Deus, mas nós não estamos de acordo com essa unificação?”

Fonte:
http://www.tlig.org/pg/pgfarfa.html

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